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Bibliografia

Obra Literária

Poesia
  • 2000 – “Laivo” (poesia)
Prosa
  • 2002 – “Seres de Rã”: I – Trilogia da Experiência (Ed. Labirinto\romance)
  • Carlos Vaz
  • 2004 – “A Casa de Al’isse”: II – Tril. da Experiência (Ed. Labirinto\romance)
  • Carlos Vaz
  • 2007 – “Capricho 43″: III – Tril. da Experiência (Ed. Labirinto\romance), Prémio Nacional de Literatura António Paulouro – 2006
  • Carlos Vaz
  • 2009 – “O Estrangulador de Bonecos de Neve” – Curtas I (Ed. Labirinto\microcontos)
  • Carlos Vaz
Ensaio
  • 2005 – “Diários de um Real-Não-Existente” (ensaio), Prémio Nacional de Literatura Vergílio Ferreira – 2005
  • Carlos Vaz
Crónica
  • 2007 – “Tricotadeira de Ariadne” – Minotauro – Folha de Intervenção Artística.
  • 2010 – “A Coisa Crónica” – Jornal “Artes Entre as Letras”.
Antologias em que participou
  • 1998 – “Do Fingimento que Somos” (Autores de Braga\poesia).
  • 2004 – “Isto é Poesia” (Ed. Labirinto\poesia); “Histórias para um Natal” (Ed. Labirinto\conto).
  • 2005 – “Afectos” (Ed. Labirinto\poesia).
  • 2006 – Revista “Saudade8″ (Edições do Tâmega\poesia).
  • 2007 – “Afectos – Mulher” (Ed. Labirinto\poesia); “Afectos – Liberdade” (Ed. Labirinto\poesia); “Um Poema para Fiama” (Ed. Labirinto\poesia); “Las Palavras Puedem” (Panamá-UNICEF\conto); “Dez Anos de Solidão” (Ed. Labirinto\ com conto para a obra do poeta Daniel Gonçalves); “Afectos – Natal” (Ed. Labirinto\conto).
  • 2008 – “Um poema para António Ramos Rosa” (Ed. Labirinto\poesia); “Afectos – Amor” (Ed. Labirinto\conto).
  • 2009 – “Os dias do Amor” (Ministério dos Livros Editores\poesia).
  • 2010 – “O Prisma de Muitas Cores” – Antologia de Poesia Portuguesa e Brasileira (Ed. Labirinto\poesia).
  • 2012  – “100 Poemas para Albano Martins” – Antologia (Ed. Labirinto\poesia).



- SINOPSE DAS PRINCIPAIS OBRAS -

“SERES DE RÔ
Carlos Vaz
Quatro histórias, ligadas à doença psicossomática de uma personagem sem nome, espoletam o enredo de todo o texto. As personagens procuram a sua própria carne ao emparedarem-se como figuras de um livro. Sempre que o fazem, uma a uma, vão desaparecendo dentro de uma casa, rebentando como pequenas bolinhas de sabão. No fim ficam as quatro histórias, as reais paredes que dão o corpo ao sentido de toda a obra. Só no visionamento das mesmas conseguimos compreender toda a arquitectura de que são feitas as personagens.
“A CASA DE AL’ISSE”
Carlos Vaz
Duas crianças, Alo e Letes, brincam, ao longo do texto, com a personagem principal. Desta brincadeira textual originada por uma possibilidade infindável de jogos e sentidos nascem experiências pensáveis de um jogo textual que, aos poucos, se desenrola como uma película de filme. Assim, o leitor torna-se parte activa da história por entrar como peça no tabuleiro e ao alimentar-se (alo) do texto como forma de produzir novos sentidos.
“CAPRICHO 43″
Carlos Vaz
É o romance com que o autor obteve o Prémio Literário António Paulouro (2006 – Fundão). Capricho 43 é essencialmente uma obra de ficção de viagem pelo rio Letes, o rio do esquecimento, numa espécie de barco, que é um tanque de cimento, cuja tripulação procura ilhas de encontro, o encontro com a ciência, através das experiências pensadas de Isaac Newton, e o encontro com a arte, mais propriamente a pintura, com o conjunto de desenhos intitulados por Goya de Caprichos. Tudo isto narrado sempre num corpo de crescimento e de interrogação quase infantil do estranho homem-que-separa-as-águas e a sua Mãe.
“DIÁRIOS DE UM REAL-NÃO-EXISTENTE”
Carlos Vaz
É o ensaio com que o autor obteve o Prémio Nacional Vergílio Ferreira (2005 – Gouveia). Este ensaio baseia-se num estudo sobre os três diários de Maria Gabriela Llansol: “Um Falcão no Punho”, “Finita”, “Inquérito às Quatro Confidências”. O ensaio conta ainda com um prefácio de João Barrento.
“O ESTRANGULADOR DE BONECOS DE NEVE”
Carlos Vaz
“O título O Estrangulador de Bonecos de Neve confronta-nos com múltiplas emoções e a ele correspondem quarenta e sete contos do novo livro de Carlos Vaz. Três histórias entrelaçam este «estrangulador» (páginas 11, 46 e 57); são uma respiração que expressa as infinitas possibilidades inovadoras da escrita.
 

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