
Stéphane vai trabalhar, a pedido da mãe, para Paris, para um pequeno escritório onde o único trabalho é produzir um calendário com mulheres mensalmente sugestivas. Mas Stéphane esperava fazer outra coisa, com a sua teoria da "desastrologia", tenta convencer o patrão a recriar no seu calendário um desastre por mês, em vez das ditas mulheres. Aos poucos Stéphane vai revelando uma relação estranha com a sua realidade, principalmente quando conhece a amiga da sua vizinha, cujo nome, curiosamente, é Stephanie, e juntos irão passear pela caoticidade dos sonhos.
Com a metáfora das patas do cavalo, Stéphane explica-nos o sentido do movimento dos sonhos, provando que é na caos que se encontra a harmonia dos movimentos.
Para além da beleza original da história, estão também as divertidas criações e invenções - que funcionam somente com a ajuda de muita imaginação - bem como o apelo constante às ditas ilusões ópticas.

A Ciência dos Sonhos foi, sem dúvida, um dos mais belos filmes que vi nos últimos tempos. Recomendo avidamente, mas atenção, para o ver é preciso voltarmos a sonhar, pois só assim podemos compreender as brincadeiras que nos farão partir no barco da fantasia
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