A OBJECTIVA COLECTIVA NÃO TEM ROSTO

o rosto anónimo das nossas fantasias
nesta temporada, o espaço "Fotografia" é dedicado a Alison Brady, uma fotógrafa norte-americana que vive e trabalha em Nova York. As suas imagens aludem sobretudo à sensualidade do corpo feminino, revestido de fantasia. Não propriamente a fantasia onírica, mas antes a fantasia como fruto da loucura colectiva, da despossessão de identidade e das referências do indivíduo. O inconsciente sexual parece anular a identidade dos bustos e corpos fotografados. Imagens a visitar no site da autora que proponho "clicar". O trabalho de Alison demonstra uma autentica nascente exemplar de como pode ser o surrealismo na fotografia
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