O JOGO BACOCO DO "EN-SINA"

enquanto assina faz exercício

o flexiprofessor de uma escola já não “ensina”, perdeu-se a vontade carismática do “en-“, que não é um prefixo, mas que faz parte da palavra, no seu sentido correcto do poder da coisa. O professor apenas toma (apesar de a contestar) a sua “sina”… e poderíamos jogar, num sem fim de sentidos, sobre a nova pedagogia, utilizando para tal este pequeno jogo de palavras aqui proposto. Joguemos então: “ensina conteúdos nada exigentes”; “ tem a sina de uma má avaliação de carreira, a sina de ter uma ministra assim…”; “assina muita papelada e burocracia estupidificada”; “transporta a si(g)na da má qualidade de ensino transversal a toda a sociedade”; etc.

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