Literatura e Álcool, vai uma pinga?

«Existem estudos mostrando que o alcoolismo é mais frequente entre os escritores e intelectuais. Embora pouco rigorosos, correspondem a uma crença geralmente aceita, inclusive pelos próprios autores. “Todos os bons escritores bebem”, sentenciou Ernest Hemingway, um julgamento que o humorista Jaguar ampliou com viés carioca: “Intelectual não vai à praia, intelectual bebe”.
E bebe por quê? Pela própria natureza da atividade a que se entrega, dizem muitos escritores. Trata-se de um “vício solitário”, em que o contato com pessoas às vezes é difícil: “Para conviver com os tolos, um homem inteligente precisa beber”, disse o mesmo Hemingway, e Ray Bradbury acrescentou: “É preciso beber para que a realidade não nos destrua”. Em um mundo hostil e indiferente, o bar é um refúgio. Mario Quintana: “Barzinho perdido/ na noite fria/estrela e guia/ na escuridão”»
E bebe por quê? Pela própria natureza da atividade a que se entrega, dizem muitos escritores. Trata-se de um “vício solitário”, em que o contato com pessoas às vezes é difícil: “Para conviver com os tolos, um homem inteligente precisa beber”, disse o mesmo Hemingway, e Ray Bradbury acrescentou: “É preciso beber para que a realidade não nos destrua”. Em um mundo hostil e indiferente, o bar é um refúgio. Mario Quintana: “Barzinho perdido/ na noite fria/estrela e guia/ na escuridão”»
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