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"Pinto o que não pode ser fotografado"

Emanuel Rudzitsky, mais conhecido por Man Ray, é sobretudo conhecido como um fotógrafo norte-americano, apesar de a ele serem atribuídos outros menções, como pintor e até mesmo como um anarquista. Segundo a Wikipédia (fonte deste texto) foi um dos nomes mais importantes do movimento da década de 1920, responsável por inovações artísticas na fotografia. Muda-se na infância para Nova Iorque. Estudante de arquitectura, engenharia e artes plásticas, inicia-se na pintura ainda jovem.

Em 1915 conhece o pintor francês Marcel Duchamp, com quem funda o grupo dadá. Em 1921 contacta com o movimento surrealista na pintura. Trabalha como fotógrafo para financiar a pintura e, com a nova atividade, desenvolve a sua arte, a raiografia, ou fotograma, criando imagens abstractas (obtidas sem o auxílio da câmara), mas com a exposição à luz de objectos previamente dispersos sobre o papel fotográfico. Muda-se para a Califórnia em 1940, para explorar as possibilidades expressivas da fotografia. Aí dá aulas sobre o tema. Seis anos depois, retorna a França. Em 1963 publica a autobiografia Auto-Retrato.

Segundo May Ray: "Em lugar de pintar pessoas, comecei a fotografá-las, e desisti de pintar retratos ou melhor, se pintava um retrato, não me interessava em ficar parecido. Finalmente conclui que não havia comparação entre as duas coisas, fotografia e pintura. Pinto o que não pode ser fotografado, algo surgido da imaginação, ou um sonho, ou um impulso do subconsciente. Fotografo as coisas que não quero pintar, coisas que já existem." (fonte: wikipédia)

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