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Editora Labirinto


O escritor da Editora Labirinto, Carlos Vaz, residente no concelho de Caminha, é um já conhecido autor do Minho que se destaca pela singularidade de escrita, principalmente nas suas duas obras já conhecidas: "Seres de Rã" e "A Casa de Al´isse". Carlos Vaz foi agraciado com o Prémio Nacional "Virgílio Ferreira" na categoria de ensaio literário, com a obra intitulada "Maria Gabriela Llansol, Diário de um Real-não-Existente".
O título escolhido, algo invulgar, foi justificado pelo autor, pelo facto de Maria Gabriela Llansol ser uma importante escritora portuguesa com uma "vastíssima obra" no seu curriculum, mas à qual "poucas pessoas têm acesso, apesar de os seus livros estarem em todas as livrarias", pelo facto de possuir uma literatura que "não é fácil", embora esteja bem referenciada nos meios literários, esclareceu Carlos Vaz.
Ao nome dessa escritora, o autor acrescentou no título a expressão "Diário de um Real-não-Existente", devido a que ela possui "três obras (diários) singulares, em que fala da sua escrita", daí a atracção que isso representou para que tivesse "trabalhado" esses diários, na tentativa de "compreender a sua obra". Acrescentou ainda que este título equivale à "mistura do real quotidiano com o onirismo", como se pode apreciar pela leitura desses mesmos diários.
Interrogado quanto à sua obra, o autor confessou que a sua apetência pela escrita, começou desde bem cedo, tendo-se iniciado pela poesia; mais tarde foi convidado pela já nossa conhecida Editora Labirinto. Aí iniciou a publicação de algumas obras, como foi o caso de "Seres de Rã", inspirado no pensamento de Nietzche, seguindo-se "A Casa de Al'isse" ("uma brincadeira entre Alo, a personagem que acolhe o texto como um alimento, e -isse, o desejo expresso pelo conjuntivo de um verbo latino/ brincando também com a obra Alice no País das Maravilhas).
Outras das obras deste autor, foram a participação na antologia de poesia intitulada "Isto é Poesia" e "Histórias para um Natal", através do belo conto "O menino de prata".
A este jornal, quando interrogado sobre as suas preferências, o autor realçou que não se sente nem poeta, romancista ou ensaísta, mas sim um "escritor de palavras", onde nos seus textos estas classificações se imbuem todas de um onirismo literário, por vezes mais poesia, outras mais romance, e ainda outras, ensaio: "conforme a posição da janela com que se entra na Casa". Reconhece, ainda, que a poesia é como "um exercício quase matemático da língua que serve de trampolim para partir para a escrita dos textos da prosa".
Quando interrogado sobre o que está a escrever de momento o autor revelou estar prestes a terminar um novo romance, no seguimento de "A Casa de Al'isse", o que pressupõe, na opinião do escritor, uma leitura prévia deste último romance. Por último o autor manifestou o seu pleno agrado por fazer parte da Editora Labirinto, uma vez que esta se destaca pela qualidade dos seus autores, a que tem a honra de também fazer parte, e dos seus livros de grande qualidade; dedicando, por fim, este prémio recebido à sua Editora, aos escritores que, como ele, através dela nasceram; e aos seus, cada vez mais, exigentes moradores do que o autor denomina ser "a Casa": os seus leitores.

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