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Carlos Vaz
Escritor
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novembro 11, 2005
O Barbeiro de Sevilha
"largo el factotum"
Ontem, fomos ver "O Barbeiro de Sevilha" de Rossini, ao Coliseu do Porto. Após um problema com os bilhetes, que só se resolveu graças à compreensão e simpatia dos funcionários que se ocupam das tribunas do Coliseu (que tanto acarinho) pude então assistir a uma brilhante actuação que aconselho vivamente.
Conheço de perto a Orquestra Nacional do Porto, bem como a qualidade interpretativa das músicas que nos encantam. Para além disso, esta ópera conta com fabulosos cantores que em nada defraudaram a beleza do argumento, com as sua encenações "bailadas", que nos roubam as gargalhadas. Gostaria, ainda, de deixar os meus parabéns à Caracterização e Cenários "movíveis", que deram espaço e movimento às portas e janelas que abrem o corpo do palco, bem como a equipa de figurinos, cujas máscaras descaracterizaram, mas não incobriram a qualidade dos movimentos e das vozes.
Como sabem, a acção de "O Barbeiro de Sevilha" decorre no século XVIII, em Sevilha, com a história do tutor Doutor Bartolo, empenhado em casar a sua pupila Rosina. No entanto, o coração de Rosina já tem dono, o jovem Conde Almaviva que, com a cumplicidade do barbeiro Figaro, inventa as artimanhas para conseguir a sua aproximação a Rosina...
Sábado repetir-se-á, e é uma oportunidade a não perder.
Parabéns Coliseu!
"La calunnia"
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