o sentimento de si

vejo a consciência como uma espécie de rio que atravessa o nosso cérebro. Se o homem não é apenas a sua natureza, mas também, e essencialmente, a sua história, na verdade, na escrita que procuro encontrar, vejo-o como uma espécie de barco que sem se mover deixa passar por si as águas de um rio...

aqui ou ali apanha um ou outro peixe para o jantar...

mas, sempre que o faz, nunca é o mesmo rio

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