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Where two & two always makes up five

Tom Yorke
há já algum tempo, no imperdível Por Outro Lado, A Dois:, num dos poucos programas interessantes da nossa TV, Ana Sousa Dias (que felizmente deixou de ser a "pivot" de Marcelo) entrevistava a singular voz de Win Mertens, intérprete da música que passa no genérico. Na resposta à pergunta "quem destacava como voz original e criativa da música rock?", Win Mertens não hesitou em salientar o grupo Radiohead.
Radiohead é sem dúvida sui generis do rock-progressista, e está para a música de hoje, como Pink Floyd esteve para a música do seu tempo. Porém não devemos compará-los a nível de sonoridade, já que o grupo soube traçar o seu próprio caminho e estilo, não havendo já comparação possível com os anteriores. “Ok Computer” foi a cerne nihilista desta criatividade que, a meu ver, tornou exequível a continuidade singular nos dois álbuns posteriores, Kid A e Amnesiac.
Radiohead é, essencialmente, um grupo de denúncia: a claustrofobia tecnológica, a imbecilidade das guerras e da sociedade estereotipada, com a política de Bush, e o som do experimentalismo pós-moderno e criativo do rock, que faz deles um marco musical da nossa era. Uma música incerta, nada repetitiva e enfadonha, porque a incerteza toca também a música já que 2+2=5.

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