arde e arde e torna a arder


há uns anos atrás, praticamente quase todos os dias atravessava, a caminho da universidade, a serra de Barcelos. Passar por lá proporcionou-me experiências únicas. Conhece bem, quem como eu fazia essa viagem bucólica, as cores singulares que abriam as copas das árvores por entre os prismas da humidade da manhã. Nelas se testemunhava os ensaios de Newton com os seus raios angulares de magia indescritível.
As árvores, quase centenárias, davam uma fresca sombra aos viajantes que no verão se demoravam...
e aquele cheiro único a verde...

tenho duas mossas no carro provocadas por pinhas que, dos altos ramos, caíram sobre o tejadilho... não me importei, mas sei que aconteceu lá, por causa do susto

era realmente uma floresta bela, no entanto desde domingo que arde
e com ela arderam as verdadeiras palavras que também pretendia escrever aqui
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