a desconstrução do vazio

apesar da chuva que ontem se fazia sentir em Braga, foram muitas as pessoas que compareceram no lançamento da obra de Pompeu Miguel Martins (que tive a honra de poder apresentar).
Como pude então dizer:
Agustina confessou uma vez que o escritor tem de ser uma espécie de terrorista, capaz de abalar a sociedade. A Máquina Royal é, sem dúvida, a “arma” capaz de descontruir o vazio dos dias. Graças a esta arma o segredo ficará para sempre guardado no pacto de leitura, pois: “Se os economistas descobrissem que a escassez de emoções é tão superior à de bens de consumo, talvez tudo fosse diferente, talvez tudo fosse pior. O melhor é que se não saiba. Ponto final”
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