vôo 93

o filme não procura heróis nem culpados, mas antes um acontecimento tão paradoxal como cada dia que passa nesta selva chamada “globalização”.
Fui ver o filme com o receio de encontrar uma espécie de hino aos atentados de E.U.A.. Receio, porque tenho a certeza de que é tão culpado aquele que vai com uma bomba à cintura, como aquele que sentado na sua secretária manda explodir um prédio inteiro cheio de civis na Líbia ou no Iraque. Duas faces da mesma moeda, a mesma maneira de pagar um gesto.
United 93 não procura heróis, a ver pela escolha do realizador em não contratar artistas conhecidos que canalizassem para si as atenções. No fim, saí convencido. Um filme a não perder
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