ANTÓNIO PAULOURO I

na passada sexta-feira foi-me entregue, oficialmente, o Prémio Literário António Paulouro.
O auditório ouviu a apresentação de Capricho 43, através da excelente análise da Drª Antonieta Garcia. Diria mesmo uma belíssima leitura também ela à procura da “metade louca do mundo”. No fim, fui chamado, e na timidez das palavras deixei escapar a comoção. Sou um homem de palavras escritas, não de faladas. Fiquei visivelmente emocionado com o que a Drª Antonieta Garcia soube ler na obra, não pelas palavras que tenha dirigido a mim, mas tão-somente às que proferiu sobre a sua leitura. Fiquei comovido por ver, finalmente, o leitor, o leitor que imagino a navegar na obra
(na foto: António Paulouro)
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