sou um visitante crítico das exposições de qualidade que têm passado pelo Museu de Arte Contemporânea em Serralves:
lá descobri Gigo, desfrutei Bacon, revi Paula Rego, etc., neste mês de férias, estarei com c

erteza nas novas propostas do espaço, que são: a escultura com papel e cartão combinados com pedra e aço de
Harald Klingelhöller;
a escultura, o som, a fotografia e o vídeo, partindo sempre de enunciados linguísticos de Luísa Cunha;
François Dufrêne, um dos artistas mais relevantes

do contexto francês do pós-guerra; e ainda a colecção de
fotografia da Fundação de Serralves “entrar na obra, estar no mundo” e, por último, a exposição auto retratos em forma de livro.

Depois visitarei ainda
as obras de Dali no Palácio do Freixo e as pequenas exposições da minha querida galeria Cooperativa Árvore.
Um mês de férias bem repleto de arte, um outro sol para a minha praia
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