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O bate cu da RTP

do alegado debate sobre o imposto que reverte para o vazio da RTP
segundo me parece, o problema que se põe não é o de estarmos constantemente a alegar os irrisórios pagamentos de imposto, na cobrança da luz, que serve para financiar programas fabulosamente vazios e desnecessários, na tão saudosa RTP. O verdadeiro problema, esse sim, é por que razão todos sentimos que a RTP já não serve para nada, já não faz qualquer falta, que nela tudo é insignificante, desinteressante e até efémero. Na verdade, como a programação tablóide chegou até este ponto de desleixo é aquilo que realmente me preocupa, o invisível que provoca a inutilidade de algo que antigamente era bom e fazia um verdadeiro serviço, era útil e colmatava algo que faltava na cabeça das pessoas.
Conheço muitos que ainda hoje usam documentários, reportagens e programas antigos da RTP, gravados na pesada cassete VHS, como um registo de instrução contínua da população que variava entre a literatura, biografia, ópera, teatro, filmes de qualidade indubitável. Hoje, o único registo que nos deixa são programas com o mesmo bate cu no gelo, um enorme bate cu, opaco e sem qualquer dinamismo na pequena sociedade interessada.
O verdadeiro problema põe-se então, quem - ou o quê - fez da RTP um canal obsoleto?! Quem criou a necessidade de trazer à baila o apelo ao imposto mal empregue?! Não há forma de se enterrar mais no gelo em que caiu. Faz falta uma RTP, mas não esta, não assim... não desta maneira tão vazia de andar entretido

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